Fantasma da crise energética volta a assombrar a população brasileira, neste ano. Devido ao crescimento populacional, a escassez de água e a falta de investimento na infraestrutura das hidrelétricas, Governo pressionou os cidadãos a modificarem suas rotinas.
Em 2001, o Brasil passou pela pior crise de sua história. Sob o governo de Fernando Henrique Cardoso, a população foi obrigada a reduzir 20% dos gastos da conta de luz, com multa em caso de não cumprimento. E, agora, por caráter de urgência, a presidente Dilma Rousseff adotou o novo Sistema de Bandeiras Tarifárias, em função das condições de geração de eletricidade. Segundo a assessoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), o modelo se manterá até que a questão mostre resultados efetivos.
A ação atingiu, principalmente, o bolso do consumidor. Na residência do assessor Fernando Mesquita, 28, os R$15 adicionais na conta de luz pesaram. Por isso, ele afirma que teve que implementar mudanças. “Ao sair de casa pela manhã para ir trabalhar, desligo todos os eletrodomésticos de modo stand-by e deixo apenas a geladeira ligada por questão de necessidade”, conta.
No atual momento do país, o economista comportamental José Eustáquio pondera: todas as medidas para economizar energia começarão com ações corretivas e paliativas para que se transformem em hábitos.
Por esse motivo, o economista oferece cinco dicas para poupar energia:
1. Reduza o tempo no chuveiro;
2. Não ilumine ambientes que estejam sem uso;
3. Desligue a TV quando não existir telespectador;
4. Mantenha os eletroeletrônicos em perfeitas condições de uso;
5. Concentre as atividades de lavar e passar roupa em poucos dias da semana.
Repórteres: Bárbara Farias
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